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Já foram feitas várias pesquisas sobre esse assunto, e todas afirmam que não usamos apenas 10% do nosso cérebro. Cientistas e especialistas estudam o cérebro a anos, e até hoje não sabem realmente os segredos da nossa massa cinzenta.

O filme de 2014 Lucy, com Scarlett Johansson, é um filme de ação e ficção científica baseado no mito dos 100% de uso da capacidade mental.

O universo de Lucy se passa em um mundo controlado pela máfia, gangues, viciados em drogas e policiais corruptos. Lucy é obrigada a trabalhar como uma mula de drogas e tem a droga sintética CPH4 implantada cirurgicamente em seu abdômen.

Ao recusar-se ser abusada por um capanga, ela é brutalmente espancada e o saco contendo a droga estoura e aos poucos seu organismo vai absorvendo a CPH4.

Lucy vai gradativamente adquirindo capacidades físicas e mentais como, telepatia, telecinese, eletrocinese, viagem no tempo entre outras.

Lucy foi positivamente aclamado pela performance de Scarlett Johansson, efeitos especiais e cenas de ação, mas foi duramente criticado por abordar o mito dos 100% do uso da capacidade mental e por ser um filme muito complexo de se entender de imediato.

Os estudos dizem que é impossível usar apenas uma parte do cérebro, afinal, microlesões cerebrais causam graves danos, muitas vezes irreversíveis. Todas as partes do nosso cérebro são utilizadas por várias funções diferentes, então, utilizamos 100% e não apenas 10%. Não precisa ser gênio pra saber disso.

Tentando entender o mito dos 10%

O mito dos 10% refere-se a capacidade do intelecto da pessoa. Segundo a crença, gênios como Einstein utilizariam mais de 10% de sua capacidade. Especialistas afirmam que esse mito surgiu de defensores da paranormalidade. O real surgimento ainda é inserto, ele pode ter surgido de um mal-entendido de pesquisas neurológicas do final do século XIX, ou à teoria da reserva de energia, criada pelos psicólogos William James e Boris Sidis.

Einstein

Referente a paranormalidade, a pessoa que tivesse mais de 10% de uso do cérebro desfrutaria de habilidades sobre-humanas. Assim, escondendo funções psicocinéticas e psíquicas. Agora, passando para os quadrinhos, Jean Grey e professor Xavier usariam bem mais de 10%. Então, doutor Manhattan usaria 100%?

Mas então, é tudo mentira!

Exatamente, é tudo invenção, essas histórias surgiram depois que Superman foi criado, o primeiro Super Heroi com superpoderes. E Superman foi baseado na Bíblia, como você pode ver aqui. Para os religiosos a Bíblia não é uma invenção, ela é sagrada. Se parar para analisar, na Bíblia existem histórias que se equiparam às histórias em quadrinhos. A própria mitologia grega tem várias, gigantes, heróis, deuses, etc.

Então, é de se imaginar que realmente nós usamos apenas 10% da nossa capacidade mental. Os cientistas explicam tudo cientificamente, se eles não podem explicar, é mentira.

A ciência diz que não usamos só 10%, nós usamos 100% do cérebro. Sim, se você usar menos que isso, com certeza tem algum problema. O mito diz respeito há capacidade mental e não física. Afinal, a conciencia existe, mas a ciência não sabe se existe um local físico no cérebro que abriga essa capacidade.

Ver também: A essência das grandes corporações

Esse é e permanecerá sendo apenas um mito, pode ser que essas habilidades realmente existam e que com o passar do tempo, as pessoas foram esquecendo e desaprendendo a verdadeira inteligência.

Os humanos não acreditam naquilo que não podem ver, pelo menos a maioria.

Afinal, vivemos na Terra, que fica na via láctea, que por si só já é grande, o espaço é enorme e inimaginável para o ser humano, não é possível que apenas a Terra abrigue vida inteligente.

Nós, reles humanos, não conhecemos nem a metade da vida que existe nas profundezas dos oceanos.